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Como Realidades São Criadas e Manifestadas

SETHTrecho tirado do livro “Seth Fala: A Eterna Validade da Alma”. Faça contato comigo se deseja receber uma cópia gratuita deste livro.

CAPÍTULO 14: ESTÓRIAS DO COMEÇO E O DEUS MULTIDIMENSIONAL

Como a vida presente de qualquer indivíduo se eleva de dimensões escondidas além dessas facilmente acessíveis em termos físicos, e como ela puxa sua energia e poder para agir a partir das fontes inconscientes, assim o universo físico presente, como você o conhece, se eleva de outras dimensões. Assim, ele tem sua fonte e deriva sua energia de profundas realidades. A História, como você a conhece, representa apenas uma luz singular a partir de onde você se foca. Você interpreta os eventos que vê nela e projeta sobre seu [da luz] vislumbre a sua interpretação dos eventos que podem ocorrer. Assim, tão encantada é sua concentração que quando você imagina a natureza da realidade você automaticamente limita sua pergunta a esse pequeno vislumbre momentâneo que você chama de realidade física. Quando você pondera sobre os aspectos de Deus, você impensadamente fala do criador daquela luz singular. Aquela luz é única, e se você verdadeiramente entendesse o que é aquilo, você realmente entenderia a natureza da verdadeira realidade.

A História, como você a pensa, representa uma fina linha de probabilidades, na qual você está presentemente imerso. Ela não representa uma vida inteira de sua espécie ou o catálogo das atividades físicas, ou começa a contar a estória das criaturas físicas, suas civilizações, guerras, prazeres, tecnologias ou triunfos. A realidade é muito mais diversa, muito mais rica e indescritível do que você pode presentemente supor ou compreender. A evolução, como você a pensa como ela é categorizada por seus cientistas, representa uma linha provável da evolução, uma na qual, novamente, você está presentemente imerso.

Portanto, há muitos outros desenvolvimentos evolutivos igualmente válidos, igualmente reais que ocorreram, e que ocorrem, e que irão ocorrem, todos dentro de outros prováveis sistemas de realidade física. As diversas, infinitas possibilidades de desenvolvimento possivelmente nunca poderiam aparecer dentro de uma tênue estrutura da realidade.

Com esplêndida inocência e exuberante orgulho, você imagina que o sistema evolutivo, como você o conhece, é o único, que fisicamente não há nada mais. Agora, na realidade física que você conhece, há pistas e sugestões sobre a natureza de outras realidades físicas. Há, latente, em de suas próprias formas físicas outros sentidos, não usados, que poderiam ter vindo à frente, mas, em sua probabilidade, não vieram. Agora, tenho falado de desenvolvimentos terrenos, realidades aglomeradas sobre aspectos terrenos como você os conhece.

Nenhuma linha evolutiva é morta. Então, se em seu sistema ela desaparece, emerge dentro de outra. Todas as materializações prováveis de vida e a consciência têm o dia deles e cria essas condições dentro das quais eles podem florescer; e o dia deles, em seus termos, é eterno.

Estou falando agora, neste capítulo, principalmente sobre seu próprio planeta e sistema solar, mas o mesmo se aplica a todos os aspectos de seu universo físico. Você está ciente, então, de apenas uma específica, delicadamente equilibrada, única, porção da existência física. Você não são apenas criaturas de seres corpóreos , formando imagens de carne e sangue, embutidas num tipo particular de espaço e tempo; vocês também são criaturas se elevando de uma dimensão particularizadas de probabilidades, nascidos de dimensões de realidades ricamente servidas para seu próprio desenvolvimento, enriquecimento e crescimento.

Se você tem qualquer entendimento intuitivo como ainda relativo à natureza da entidade ou o do eu total, você verá que isso o coloca numa posição na qual certas habilidades, insights e experiências podem ser percebidas e na qual seu tipo único de consciência pode ser nutrido. Sua mínima experiência tem mais repercussões dentro desse ambiente multidimensional do que o cérebro físico pode conceber.

Pois, se você está intensamente preocupado com o que pode parecer um aspecto infinitamente curto de realidade, embora você pareça estar completamente embutido nele, apenas a maioria dos elementos “superficiais” do eu está encantada. Não gosto do termo “superfície” em relação a isto, embora eu o tenha usado para sugerir as numerosas porções do eu que estão, ao contrário, engajadas – algumas delas tão encantadas na realidade delas como você na sua.

A entidade, o verdadeiro eu multidimensional, está ciente de todas as partes de suas [dela] experiências e este conhecimento está, até certo ponto, disponível a estas outras porções do eu, incluindo, é claro, o eu físico como você o conhece. Estas várias porções do eu na verdade irão eventualmente (em seus termos) se tornar completamente consciente. Ponto. Essa consciência irá automaticamente alterar o que agora parece ser sua natureza e somar à multiplicidade da existência.

Há muitos sistemas prováveis de realidade, portanto, no qual os dados físicos predominam, mas tais probabilidades físicas representam uma pequena porção. Cada um de vocês também existe em sistemas não físicos e expliquei anteriormente que a seu mais ínfimo pensamento ou emoção é manifestado em muitos outros modos do que em seu próprio campo de existência.

Só uma porção de sua identidade inteira está “presentemente” familiarizada a você, como você a conhece. Então, quando você considera a questão de um ser supremo, você imagina uma personalidade masculina com essas habilidades que vocês mesmos possuem, com grande ênfase em qualidades que você mesmo admira. Este deus imaginado tem, portanto, mudado através de seus séculos, refletindo as idéias mutantes que o homem tem.

Deus foi visto como cruel e poderoso quando o homem acreditou que estas eram características desejáveis, necessárias particularmente em suas batalhas pela sobrevivência física. Ele projetou estas idéias pessoais de um deus porque ele as invejou e as temeu. Você lançou sua idéia de deus, portanto, em sua própria imagem.

Em uma realidade que é incompreensivelmente multidimensional, os velhos conceitos sobre Deus são relativamente sem sentido. Até mesmo o termo, um ser supremo, é em si mesmo distorcido, pois você naturalmente projeta as qualidades da natureza humana nele. Se eu lhe dissesse que Deus fosse uma idéia, você não entenderia o que eu quero dizer, pois você não entende as dimensões nas quais uma idéia tem sua realidade, ou a energia que a pode originar e impelir. Você não acredita nas idéias da mesma maneira que acredita em objetos físicos, então se eu lhe disser que Deus é uma idéia, você interpretará mal, como se Deus fosse menos do que real – nebuloso, sem realidade, sem propósito, e sem motivo de ação.

Agora, sua própria imagem física é a materialização de sua idéia de si mesmo com as propriedades da matéria. Sem a idéia de si mesmo, sua imagem física não seria; ainda, frequentemente, é tudo do qual você está ciente. O poder inicial e a energia da idéia de si mesmo mantém sua imagem viva. Idéias, então, são muito mais importantes do que você percebe. Se você tentar aceitar a idéia de que sua própria existência é multidimensional, de que você habita dentro da média das probabilidades infinitas, então você pode apreender um pequeno vislumbre da realidade que está atrás da palavra “deus” e pode entender a razão pela qual é quase impossível capturar um verdadeiro entendimento deste conceito em palavras.

Deus, portanto, é, em primeiro lugar, um criador, não de um universo físico, mas de uma variedade infinita de prováveis existências, muito mais vastas do que estes aspectos do universo físico com o qual seus cientistas estão familiarizados. Ele simplesmente não enviou, portanto, um filho para viver e morrer em um pequeno planeta. Ele é uma protuberância de todas as probabilidades.

Há parábolas contadas e estórias de começos. Todas estas são tentativas de transmitir um conhecimento em termos mais simples quanto possível. Freqüentemente foram dadas respostas a perguntas que literalmente não têm nenhum significado fora de seu próprio sistema de realidade.

Por exemplo: Não houve nenhum começo e não haverá nenhum fim, ainda assim as parábolas têm lhe dito de começos e finais simplesmente porque com suas idéias distorcidas de tempo, começos e finais parecem ser inseparáveis, eventos válidos.

Conforme você aprende a mudar o foco de sua atenção para longe da realidade física e, consequentemente, vivencia alguma ínfima evidência de outras realidades, sua consciência pulará das velhas idéias, que fazem com que as verdadeiras explicações sejam impossíveis de compreender. A consciência multidimensional está disponível para você em seus sonhos, porém, em alguns estados de transe e frequentemente até mesmo sob a consciência ordinária que você usa para viver o seu dia.

Esta consciência dá a experiência pessoal com a riqueza multidimensional que não existe à parte dela, mas misturada à ela, dentro, através, e em todo seu mundo físico de sentidos. Dizer que a vida física não é real é negar que a realidade penetra toda aparência e é uma protuberância de todo aparecimento. Da mesma maneira, Deus não existe à parte de ou separado da realidade física, mas existe nela e como uma protuberância dela, como ele existe em e como uma protuberância de todos os outros sistemas de existência.

Sua figura de Cristo representa, simbolicamente, sua idéia de Deus e seus relacionamentos. Havia três indivíduos separados cuja história se misturou, e eles foram conhecidos coletivamente como Cristo – conseqüentemente muitas discrepâncias em seus registros. Estes eram todos machos porque àquele ponto de seu desenvolvimento, você não teria aceitado uma contra parte feminina.

Estes indivíduos eram uma protuberância de uma entidade. Você não poderia imaginar Deus senão como um pai. Nunca teria lhe ocorrido imaginar um deus em nenhum outro termo humano. Componentes terrenos. Estas três figuras trabalharam um drama, altamente simbólico, impelido por uma energia concentrada de grande força.

Os eventos como são registrados, porém, não aconteceram na história. A crucificação de Cristo foi um evento psíquico, não um evento físico. Idéias de magnitude quase inimaginável foram encenadas.

Por exemplo, Judas não foi um homem, em seus termos. Ele foi – como todos os outros discípulos – uma “personalidade fragmentada” criada, abençoada, formada pela personalidade de Cristo. Ele representou o eu-traidor. Ele dramatizou uma porção de cada personalidade individual que se foca sobre a realidade física de uma maneira ávida, e que nega o eu interior à ganância.

Cada uma das doze qualidades representadas da personalidade, que pertence a um indivíduo, e o Cristo como você o conhece, representa o eu interior. Os doze, portanto, mais Cristo, como você o conhece, (uma figura composta por três) representaram uma personalidade individual terrena – o eu interior – e doze características principais conectadas com o eu egotista. Como o Cristo era rodeado pelos discípulos, assim o eu interior é rodeado por estas características fisicamente orientadas, cada uma puxada para fora e para dentro na realidade diária por um lado e, ainda, orbitando o eu interior.

Os discípulos, então, receberam características da realidade física pelo eu interior, como todas as características terrenas vêm de sua natureza interior. Esta era uma parábola viva, feita em carne entre vocês – um jogo cósmico trabalhado por sua causa, assessorado em termos que vocês poderiam entender.

As lições foram claras, como todas as idéias atrás delas, personificadas. Se você perdoar o termo, foi como uma peça local com sentido moral, encenada na esquina de seu universo. Isso não significa que foi menos real do que você previamente supôs. De fato, as implicações do que é dito aqui poderiam claramente indicar os aspectos divinos mais poderosos.

As três personalidade de Cristo nasceram sobre seu planeta e, de fato, se tornou carne entre vocês. Nenhuma delas foi crucificada. Os doze discípulos eram materializações das energias destas três personalidades – suas energias combinadas. Eles foram completamente dotados, então, de individualidade, portanto, mas a tarefa principal deles era manifestar claramente dentro deles mesmos certas habilidades inerentes dentro de todos os homens.

Os mesmos tipos de dramas, de modos diferentes, foram determinados e embora o drama seja sempre diferente, é sempre o mesmo. Isto não significa que um Cristo tenha aparecido em cada sistema de realidade. Isto significa que a idéia de Deus se manifestou em cada sistema de um modo que é compreensível aos habitantes.

Este drama continua existindo. Ele não pertence, por exemplo, a seu passado. Você só o colocou ali. Isto não significa que sempre re-ocorre. O drama, então, estava longe de não ter sentido e o espírito de Cristo, em seus temos, é legítimo. É o Deus-drama provável que você escolhe perceber. Houveram outros que foram percebidos, mas não por você, e há tais outros dramas existindo agora. Tenha ocorrido a crucificação física ou não, foi um evento psíquico e existe assim como todos os outros eventos conectados ao drama.

Muitos eram físicos, mas alguns não. O evento psíquico afetou seu mundo totalmente como o até mesmo o físico, como é óbvio. Todo o drama ocorreu como um resultado da necessidade do gênero humano. Ele foi criado como um resultado daquela necessidade, cresceu dela, mas não se originou dentro de seu sistema de realidade.

Outras religiões foram baseadas em dramas diferentes, nos quais as idéias foram atuadas de um modo compreensível para várias culturas. Infelizmente, as diferenças entre os dramas freqüentemente conduziram a má interpretações, e foram usados como desculpas para guerras. Estes dramas também são trabalhados privadamente no estado de sonho. As figuras personificadas de Deus primeiro foram introduzidas ao homem no estado de sonho e o caminho, então, preparado.

Em visões e inspirações, os homens souberam que o drama de Cristo seria ordenado e, consequentemente, reconheceu isto pelo que era quando ocorreria fisicamente. Seu poder e força se voltaram, então, para o universo de sonho. Isto aumentou seu vigor e intensidade através da materialização física. Nos sonhos privados, os homens, então, relacionaram as figuras principais no drama e no estado de sonho eles reconheceram sua verdadeira importação.

Deus é mais que a soma de todos os sistemas prováveis de realidade que ele criou, e, ainda, está dentro de cada um destes, sem exceção. Ele está, portanto, dentro de cada homem e mulher. Ele também está dentro de cada aranha, sombra, e sapo, e isto é o que homem não gosta de admitir.

Deus só pode ser vivenciado, e você o vivencia, perceba ou não, através de sua própria existência. Ele não é macho ou fêmea, portanto, e eu uso os termos apenas por conveniência. Na verdade mais inevitável, Ele não é humano, em seus termos, nem em seus termos Ele é uma personalidade. Suas idéias de personalidade são muito limitadas para conter as múltiplas facetas da existência multidimensional de Deus.

Por outro lado, Ele é humano, nisto Ele é uma porção de cada individual; e dentro da imensidade da experiência dEle, Ele mantém uma “forma idéia” de Si mesmo como humano, à qual você pode se relacionar. Ele literalmente foi feito carne para morar entre vocês, pois Ele forma a sua carne e nisto Ele é responsável pela energia que dá vitalidade e validade a seu eu privado multidimensional, que, por sua vez, forma sua imagem conforme com suas próprias idéias.

Este multidimensional eu privado, ou a alma, tem, portanto, sua validade eterna. Ele é apoiado, suportado, mantido pela energia, a vitalidade inconcebível, do Tudo-Que-É.

Não pode ser destruído, portanto, este seu eu interior seu, tampouco ser diminuído. Ele compartilha as habilidades que são inerentes ao Tudo-Que-É. Ele precisa, portanto, criar como é criado, pois este é a grande dádiva que está por trás de todas as dimensões de existência, o derramamento a partir da fonte do Tudo-Que-É. Identificarei no devido tempo a figura da terceira personalidade de Cristo.

Porém, agora, estou interessado nos aspectos multidimensionais do Tudo-Que-É. Tal realidade pode ser apenas experienciada. Não há fatos que possam ser dados que possam retratar qualquer fidelidade os atributos do Tudo-Que-É.

Esta realidade e esses atributos aparecerão dentro de vários sistemas de realidade de acordo com os dados de camuflagem de qualquer sistema determinado. A experiência interior com o Deus multidimensional pode surgir em duas áreas principais. Uma é através da realização que esta primariedade move a força que está em tudo que você pode perceber com seus sentidos. O outro método é perceber que essa força motiva primária tem uma realidade independente de sua [dela, da força NT] conexão com o mundo das aparências.

Todos os contatos pessoais com o Deus multidimensional, todos os momentos legítimos de consciência mística, sempre terão um efeito unificador. Eles, no entanto, não isolarão o indivíduo envolvido, mas, ao contrário, ampliará suas percepções até que ele experiencie a realidade e a singularidade de muitos outros aspectos da realidade das quais ele [o indivíduo NT] é capaz.

Então, ele se sentirá menos isolado e menos à parte. Ele não se relacionará como um ser sobre os outros por causa da experiência. Ao contrário, ele receberá uma noção de compreensão na qual percebe a si mesmo único com o Tudo-Que-É.

Como há porções da realidade que você não percebe conscientemente, e outros sistemas de probabilidades dos quais você não está conscientemente ciente, também há aspectos divinos primários que você não pode, neste momento, compreender. Há, portanto, prováveis deuses, cada um refletindo a seu modo os aspectos multidimensionais da identidade primária tão grande e deslumbrantemente que nenhuma realidade, a partir de um tipo particular de existência, poderá contê-la.

Eu tentei lhe dar alguma idéia dos efeitos criativos de longo alcance de seus próprios pensamentos. Com isso em mente, então, é impossível imaginar as criatividades multidimensionais que podem ser atribuídas ao Tudo-Que-É. O termo “Tudo-Que-É” pode ser usado como uma designação para incluir todas as probabilidades divinas em todas as manifestações dela [de Deus NT].

Agora, talvez seja mais fácil para alguns de vocês entenderem as simples estória e parábolas dos começos dos quais falei. Mas o é chegado o tempo para o gênero humano dar vários passos adiante, para expandir a natureza de sua própria consciência para tentar compreender uma versão mais profunda da realidade.

Você superou o tempo dos contos infantis. Quando seus próprios pensamentos tiverem uma forma e realidade, quando eles tiverem validade, mesmo em outros sistemas de realidade das quais você está inconsciente, então não será difícil entender o motivo pelo qual os outros sistemas de probabilidades também são afetados por seus pensamentos e emoções – nem porque as ações dos prováveis deuses não são afetadas pelo que acontece nas outras dimensões de existência.

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