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As Vidas Passadas de Seth, O Mestre Original de Lei da Atração

Não é meu propósito entrar em minhas existências passadas em qualquer grande detalhe, mas usá-las para fazer certas observações. Em primeiro lugar, fui muitas vezes homem e mulher, e imergi em várias ocupações, mas sempre com a idéia de aprender de forma que pudesse ensinar. Tive um histórico firme de existência física, portanto, como um pré-requisito para meu “trabalho” atual.

Não atuei no papel de qualquer personalidade muito importante, de nota histórica, mas me tornei experiente nos detalhes agradáveis e íntimos da vida diária, na luta normal para a realização, na necessidade do amor. Aprendi o anseio indescritível de pai pelo filho, filho pelo pai, marido pela esposa, esposa pelo marido, e caí impetuosamente nas teias íntimas das relações humanas. Antes de sua idéia de história, eu era um Lumânian, e depois nasci na Atlântida.

Usando sua referência histórica, voltei no tempo do homem das cavernas, operando como um Orador.  Agora, sempre fui um Orador, a despeito de minha ocupação física. Fui um comerciante de temperos na Dinamarca, onde conheci Ruburt e Joseph. Em várias vidas fui negro – uma vez, no que agora é chamado de Etiópia, e uma vez na Turquia.

Minhas vidas como monges seguiram minha experiência como papa, e em uma destas, fui uma vítima da inquisição espanhola. Minha experiência em vidas femininas variou de uma solteirona holandesa comum a uma cortesã no tempo do Davi bíblico, para várias existências como uma humilde mãe de crianças.

Agora, quando comecei a contatar Ruburt e Joseph, escondi deles o fato de minhas numerosas vidas.  Ruburt, em particular, não aceitava a reencarnação, e a idéia de tais experiências de vida múltiplas seria altamente escandalosa para ele.

Os tempos, nomes e dados não são tão importantes quanto as experiências, e elas são muito numerosas para listar aqui. Porém, cuidarei disto em algum momento em que estas estiverem completamente disponíveis.  Algumas foram dadas nas sessões da classe de Ruburt, e algumas, embora poucas, apareceram no próprio Material de Seth.

Em um livro sobre reencarnação, espero ter cada uma de minhas personalidades prévias falando por si mesmas, pois elas devem contar suas próprias histórias. Então, você deve  entender que essas personalidades ainda existem e são independentes. Embora o que eu seja uma vez pareceu estar contido nestas personalidades, fui apenas a semente para elas. Em seus termos, posso me lembrar de quem fui; em termos mais amplos, porém, estas personalidades deviam falar por si mesmas.

Talvez você veja uma analogia aqui quando comparar a situação com a regressão de épocas sob hipnose. Porém, essas personalidades não estão trancadas dentro do que sou. Elas progrediram de acordo com seu próprio modo. Elas não estão negadas. Em meus termos, elas coexistem comigo, mas em outra camada de realidade.

Em várias vidas eu estava conscientemente ciente de minhas “existências passadas.” Uma vez, como um monge, me achei copiando um manuscrito que eu tinha escrito em outra vida.

Freqüentemente fui dado ao amor pelo peso, e o possui. Duas vezes, morri de fome. Sempre achei minhas mortes altamente educativas — em seus termos, depois. Sempre foi uma lição entre vidas, localizar os pensamentos e eventos que “conduziram a um determinado falecimento”.

Nenhuma de minhas mortes me pegou de surpresa. Eu sentia durante o processo, a inevitabilidade, o reconhecimento, até mesmo um senso de familiaridade: “Claro, esta morte particular é minha e de nenhum outro”. E aceitei até mesmo as circunstâncias mais estranhas, sentindo quase uma espécie de perfeição. A vida não poderia ser terminada corretamente sem a morte.

Há um grande senso de humildade e, ainda, um grande senso de exaltação quando o eu interior sente sua liberdade quando a morte acontece. Todas as minhas mortes foram o complemento de minhas vidas, nisso parecia a mim que não poderia ser o contrário.

Se eu escolher, em seus termos, eu posso reviver qualquer porção dessas existências, mas essas personalidades seguem a seus próprios caminhos.

~ SETH – Seth Fala: A Eterna Validade da Alma, Capítulo 22, Páginas 352-354 [Tradução original por Luciene Lima, revisada por Chris C. Breault]

Seth se referia a Jane Roberts, seu canal, pelo nome de Ruburt, conforme se chamava quando o conheceu em vida passada.

Lei da Atração e Redenção Por Um Cristo Expiatório

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