Menu2

Amor, Sexualidade e Relacionamentos Conjurados Pela Lei da Atração: A Realidade Humana

Neste texto SETH explica a comportamento sexual humano e a realidade que é formada como resultado deste comportamento. Meus comentários sobre o texto e assunto estão no vídeo acima.

O amor é uma necessidade biológica, uma força que opera num grau ou outro em toda a vida biológica. Sem amor, não há compromisso físico com a vida — nenhum apego psíquico.

O amor existe se é ou não sexualmente expresso, embora seja natural que o amor procure expressão. O amor implica lealdade. Ele implica compromisso. Isso se aplica às relações lésbicas e homossexuais, bem como as heterossexuais. Em sua sociedade, no entanto, a identidade está tão relacionada aos estereótipos sexuais que poucas pessoas se conhecem bem o suficiente para entender a natureza do amor e assumir tais compromissos.

Atualmente está ocorrendo um período transitório, no qual as mulheres parecem procurar a liberdade sexual promíscua, mais geralmente concedida aos homens. Acredita-se que os homens são naturalmente promíscuos, despertados por estímulos sexuais quase completamente separados de qualquer reação complementar “mais profunda”. O homem, então, é visto querer sexo independente de ter ou não algum sentimento de amor pela mulher em questão — ou, às vezes, desejá-la precisamente porque ele não a ama. Nesses casos, o sexo não é uma expressão de amor, mas uma expressão de escárnio ou desprezo.

Então, as mulheres, aceitando essas idéias, frequentemente procuram uma situação em que elas também podem se sentir livres para expressar seus desejos sexuais abertamente, tendo ou não algum amor envolvido. No entanto, a lealdade é a parceira do amor, e os primatas exibem tais evidências em vários graus. O homem, em particular, tem sido ensinado a separar o amor e o sexo, de modo que uma condição esquizofrênica resulta que rasga sua psique — em termos operacionais — conforme ele vive sua vida.

A expressão da sexualidade é considerada masculina, enquanto a expressão de amor não é considerada masculina. Numa medida ou outra, então, o homem se sente forçado a dividir a expressão de seu amor da expressão de sua sexualidade. Seria desastroso para as mulheres seguirem o mesmo curso.

Esta grande divisão levou a suas principais guerras. Isso não significa que os homens são sozinhos responsáveis ​​pelas guerras. Isso significa que o homem se divorciou tanto da fonte comum de amor e sexo que a energia reprimida surgiu naqueles atos agressivos de estupro e morte cultural, em vez de nascimento.

Quando você olha para o reino animal, você supõe que o macho escolhe cegamente, liderado pelo instinto “burro”, de modo que, em termos gerais, uma fêmea fará tão bem como qualquer outra. Quando você descobre que uma certa química ou aroma irá atrair um certo inseto macho, por exemplo, você dá como garantido que esse elemento é o único responsável em atrair o macho à fêmea. Você dá por certo, em outras palavras, que as diferenças individuais não se aplicam em casos tão distantes da sua própria realidade.

Você simplesmente não consegue entender a natureza de tal consciência e, assim, você interpreta seu comportamento de acordo com as suas crenças. Isso seria triste o suficiente se você não usasse frequentemente esses dados distorcidos para definir melhor a natureza do comportamento masculino e feminino.

Ao distorcer suas idéias de sexo, você ainda limita a grande capacidade de lealdade humana, que sempre está ligada ao amor e à expressão do amor. As relações lésbicas e homossexuais são, na melhor das hipóteses, tênues, exageradas com emoções confusas, muito raramente capazes de manter uma estabilidade que permita o crescimento individual. O relacionamento heterossexual também se decompõe, pois a identidade de cada parceiro se baseia em papéis sexuais que podem ou não se aplicar aos indivíduos envolvidos.

Já que você crê que o sexo é o único método adequado de expressão do amor e, ainda assim acredita que o sexo e o amor estão divididos, você fica num dilema. Essas crenças sexuais são também muito mais importantes nas relações nacionais do que você percebe, pois você tenta levar o que você crê como uma posição masculina na figura de uma nação. Então, por exemplo, a Rússia. A Índia assume uma posição feminina — em termos de suas crenças, agora.

Uma pequena nota: Um homem com tumores de qualquer tipo — pedras nos rins ou úlceras, por exemplo — tem tendências que ele considera femininas e é, portanto,”dependente” do que ele está envergonhado. Numa cerimônia biológica simulada, ele dá a luz conforme ele produz dentro de seu corpo material que não estava lá antes. Nas úlceras, o estômago se torna o útero — ensanguentado, dando à luz feridas — sua interpretação da tentativa “grotesca” de um homem de expressar características femininas.

~ SETH [A Natureza da Psique, Sessão 770] – Traduzido por Chris C. Breault a/k/a Vaani Bhadra

, , , , , , , ,

No comments yet.
%d bloggers like this: